Uma rede social criada para unir quem tem e quem precisa de dinheiro. Esta é a ideia por trás da Fairplace, uma comunidade que, mesmo sem ser um banco, quer ser tanto uma opção de crédito como de investimento.
Pela dinâmica, o serviço parece combinar uma rede social a um site de leilões. Só que o bem leiloado – o valor em dinheiro – pode ser oferecido por mais de um vendedor. O preço, no caso, são as taxas de juros: tomador e investidor fazem seus lances, e a taxa mais atrativa ganha.
As justificativa dos pedidos vão das tradicionais ás curiosas. Há quem queira reformar o apartamento ou acertar as contas com o cartão de crédito. Na outra ponta, há os que querem fazer um "mochilão para a Europa" ou "comprar um notebook para a faculdade". O site lista todos os pedidos em andamento, mas sem revelar a identidade das pessoas.
Em termos jurídicos, o que ocorre são contratos de mútuos, em que uma parte é o tomador do empréstimo e a outra parte é um grupo de investidores. A Fairplace não só oferece o ambiente eletrônico em que a negociação ocorre como também gerencia os contratos e cobranças.




















