O Facebook, site mais visitado do mundo segundo o Google, não é mais um vilão da privacidade na internet, a julgar pela opinião de um alto executivo da empresa.
Usuários do Facebook, insatisfeitos com a política de privacidade da empresa tinham marcado para o dia 31 de maio o movimento que ficou conhecido como “Quit Facebook Day” (“Dia de Sair do Facebook”). Mas dias antes, o Facebook anunciou mudanças em relação à confidencialidade dos dados.
De qualquer forma, apenas uma pequena parte dos usuários aderiu ao protesto. Os organizadores do movimento, Matthew Milan e Joseph Dee disseram, segundo blog do jornal, The Guardian, que 33.313 pessoas aderiram ao chamado “Facebookcídio” – apenas 0,009% dos mais de 400 milhões de perfis cadastrados na rede.
O próprio site do Quit Facebook Day já dizia: “Sair do Facebook não é fácil. [...] É como parar de fumar”.




















